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Sabemos bastante das religiões antigas, praticadas nas primeiras civilizações do Mediterrâneo e do Oriente Médio e nas culturas escandinavas e cestas do norte da Europa. Todos esses povos cultuavam muitos deuses, a maioria dos quais controlava uma parte determinada do universo, como a lua, as estrelas, oceanos e montanhas, ou uma área da vida humana, como o amor, a guerra e a agricultura.

Zeus

Vida após a morte

As religiões antigas mostravam às pessoas como enfrentar a morte. Muitas ensinavam que cada um era julgado por seus atos terrenos, o que afetava seu lugar no outro mundo. Os egípcios levaram esse conceito mais além, mumificando os cadáveres e desenvolvendo um culto elaborado dos mortos.

Religião Egípcia
A antiga civilização egípcia durou de cerca de 3000 a.C. até p século 1ºa.C. Nesse longo período, desenvolveu-se uma religião complexa, com muitos deuses diferentes que evoluíram como versões deificadas de aspectos locais. Em conseqüência, determinados deuses foram associados a lugares específicos. Em Mênfis, Ptá era tido como o criador, mas em Heliópolis Rá-Aton era o supremo deus. Com o tempo, algumas divindades adquiriram importância nacional. Por exemplo, os regentes do mundo subterrâneo, Ísis e Osíris, e o deus do sol assumiram muitas formas e influenciaram todos os aspectos da vida egípcia.

Ásia Ocidental
Algumas das primeiras grandes civilizações surgiram no oeste da Ásia. Ruínas de templos, esculturas e placas de argila com escrita que subsistiram informam-nos sobre suas religiões. Especialmente importantes eram as divindades que regiam o cosmo, como o sol e a lua. Achava-se que os deuses controlavam o clima, as estações, condições anômalas e o amadurecimento das culturas e o suprimento de alimentos. Oferendas no templo eram parte da vida, e os sacerdotes, mediadores dos deuses, eram muitos poderosos.

Grécia e Roma
Os gregos e romanos da Antiguidade tinham muitos deuses e deusas, com forma humana, que controlavam diferentes aspectos da vida. Para eles os deuses se comportavam como os homens e mulheres mortais, mas eram dotados de características distintas, com seus próprios amores e conflitos. Venerava-se uma divindade específica quando se precisava de sua ajuda: uma gestante grega faria oferendas a Ártemis, a deusa do parto, e um imperador romano prestes a enfrentar uma batalha prometeria um templo a Marte, deus da guerra.

Escandinavos e Celtas
Entre as antigas sociedades do norte da Europa, os escandinavos e os celtas devam grande importância às guerras. Deuses guerreiros eram comuns, na verdade, todos os deuses escandinavos são guerreiros. Nessas regiões o efeito da mudança das estações sobre a agricultura era vital para a sobrevivência. Assim, realizavam-se festivais sazonais regulares para conseguir a fertilidade do solo e um bom suprimento de alimentos. O culto era feito por meio de oferendas e sacrifícios. Acreditava-se que os líderes religiosos podiam prever o futuro.

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